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Filmes, além de entretenimento também servem para nos inspirar. Muitas vezes dão aquele "empurrão" que estava faltando para dar o pontapé inicial em nosso próprio negócio.


Então para ajudar você, aqui vai uma lista de sete filmes que estão disponíveis nas plataformas de streaming para te inspirar no empreendedorismo.


OBS: A lista não tem uma sequência - do melhor para o pior - são filmes diferentes que irão inspirar de maneiras diferentes. Já deixei o link dos filmes, na capinha, ou logo abaixo.


Vamos a lista:


PAD MAN

Um soldador de um pequeno vilarejo rural do Leste da Índia causa um alvoroço ao tentar revolucionar a fabricação de absorventes para mulheres. Apesar da humilhação pública e da resistência, um empreendedor vende um absorvente íntimo de baixo custo que até as mulheres mais pobres da índia podem pagar.



https://www.netflix.com/br/title/81016191



FOME DE PODER

O vendedor Ray Kroc descobre o restaurante de fast-food operado pelos irmãos McDonald no sul da Califórnia, no final dos anos 50. Impressionado com a velocidade da cozinha e com o potencial do empreendimento, o ambicioso comerciante faz de tudo para assumir o controle do negócio, criando um icônico e bilionário império.



https://www.hbomax.com/br/pt/feature/urn:hbo:feature:GYF5Q0gQJtMPDwgEAAADv





COCO ANTES DE CHANEL

Coco Chanel era uma jovem humilde com talento para costura e trabalhava como cantora em um bar. Sua vida muda quando ela se torna amante e conselheira de modas de um rico herdeiro. Cansada dos chapéus floreados, dos espartilhos apertados e metros de fita que definem a moda feminina, Coco usa as roupas de seu amante como ponto de partida para criar uma elegante e sofisticada linha feminina que a leva para o topo da costura parisiense.



https://tv.apple.com/br/movie/coco-antes-de-chanel/umc.cmc.2d4siklz257tgdtuw2xbkfd2r




JOBS

Em 1976, Steve Jobs abandonou a faculdade e junto com seu amigo, o gênio da tecnologia Steve Wozniak, iniciaram uma revolução nos computadores com a invenção do Apple 1, o primeiro computador pessoal. Construído na garagem dos pais de Jobs, o Apple 1 e a formação da empresa Apple mudaram o mundo para sempre. Steve Jobs não se incomodava em passar por cima dos outros para atingir suas metas, o que fez com que tivesse dificuldades em manter relações amorosas e de amizade.


https://www.netflix.com/br/title/70267266



WALT ANTES DE MICKEY

Walter Elias Disney antes do sucesso. A difícil trajetória do empreendedor até conseguir criar seu primeiro grande sucesso: o Mickey Mouse.



https://www.primevideo.com/detail/Walt-Antes-de-Mickey/0GUSG4HOYPJZL8JPAELJZY1827



O HOMEM QUE MUDOU O JOGO

Billy Beane, gerente geral do Oakland A's, um dia tem uma epifania: a sabedoria convencional do beisebol está totalmente errada. Diante de um orçamento apertado, Beane tenta reinventar seu time superando os clubes de bola mais ricos. Unindo forças com Peter Brand, graduado da Ivy League, Beane se prepara para desafiar as tradições da velha escola. Ele recruta jogadores que os olheiros rotularam como falhos, mas que têm potencial para vencer jogando nas posições corretas.


https://www.hbomax.com/br/pt/feature/urn:hbo:feature:GYdnIPwNXvYqqmAEAAACF



O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO

Sempre esforçando-se para adquirir conhecimentos diversificados, um jovem de Malawi se cansa de assistir todos os colegas de seu vilarejo passando por dificuldades e começa a desenvolver uma inovadora turbina de vento.



https://www.netflix.com/br/title/80200047



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1- Segmentação geográfica

Uma das mais simples, a segmentação geográfica identifica o local onde se encontram seus clientes ou consumidores. É muito comum para negócios B2B que definem suas áreas de atuação para organizar gerências de vendas e times de vendedores.

Nos negócios B2C pode ajudar a determinar novos mercados a serem conquistados e, principalmente, diferentes tipos de ações para cada segmento geográfico.

Por exemplo: uma rede de fast food pode ter um cardápio diferenciado para cidades litorâneas ou mais quentes, com variações em relação ao que é servido em centros urbanos ou no interior.

A segmentação geográfica usa parâmetros como: Estado, cidade, bairro, endereço, CEP, se é uma zona rural ou urbana, residencial ou comercial, entre outros

Exemplos de segmentação geográfica:

  • Clientes localizados na cidade de Curitiba

  • Clientes residentes em cidades de praia do litoral Norte de São Paulo

  • Clientes que moram ou trabalham em um raio de 2 km de cada ponto de venda

2- Segmentação demográfica

Outro dos mais comuns exemplos de segmentação, determina informações bastante específicas e frias, como idade, gênero, ocupação e classe social.

Com o comportamento do consumidor se tornando cada vez mais dinâmico e variado, essa segmentação deve ser complementada com os demais tipos, principalmente a comportamental e a psicográfica.

Veja exemplos de segmentação demográfica:

  • Estudantes universitários da classe B

  • Donas de casa, casadas e com filhos, das classes A e B

  • Jovens solteiros das classes B e C, entre 20 e 35 anos, que trabalham e estudam à noite

3- Comportamental

A segmentação comportamental, atualmente, pode ser determinada com bastante precisão com auxílio de dados analíticos, principalmente por quem usa sistemas de CRM e automação de marketing.

Com esta segmentação é possível determinar padrões de uso que ajudam a definir ações promocionais mais assertiva, desenvolver novos atributos em produtos e serviços e personalizar a experiência de consumo de seus clientes.

Normalmente usa parâmetros como frequência de uso, sensibilidade ao preço, benefícios procurados, grau de lealdade ou fidelidade à marca e prontidão para comprar.

Exemplos de segmentação comportamental:

  • Clientes que consomem o produto diariamente

  • Clientes que param de comprar por um tempo sempre que há aumento de preços

  • Clientes que compram mais toda vez que se oferece um combo com brinde

Com base em cada uma dessas segmentações acima, uma empresa poderá definir diferentes promoções ou ações no ponto de venda.

4- Segmentação psicográfica

A segmentação psicográfica está mais ligada a valores e crenças de seus clientes e consumidores e tem se mostrado uma poderosa ferramenta de marketing, pois permite se conectar de forma mais intensa e emocional com eles.

Este tipo de percepção, quando o cliente nota que compartilha os mesmos valores com uma marca, pode trazer grandes benefícios, principalmente no que se refere a fidelidade e lealdade, podendo gerar inclusive advogados da marca, isto é, clientes que a defendem de críticas e fazem recomendações para seu círculo de contatos.

Entre os atributos que definem uma segmentação psicográfica podemos listar o estilo de vida, a personalidade, valores e atitudes.

Confira alguns exemplos de segmentação psicográfica:

  • Pessoas que praticam esportes radicais cotidianamente

  • Vegetarianos

  • Nerds, Hipsters, Socialites e outros “rótulos”

Fonte: adaptado de LAS CASAS (2006).

Professor Carlos Augusto M. Costa

Faculdade Católica do RN

A evolução no decorrer do tempo das principais definições e de seus principais autores:


American Marketing Association

1935

“O desempenho das atividades empresariais que dirigem o fluxo de bens e serviços dos produtores até os consumidores”


Peter Drucker

1954

“Uma força poderosa a ser considerada pelos administradores”


Ohio State University

1965

“O Processo na sociedade pelo qual a estrutura da demanda para bens econômicos e serviços é antecipada ou abrangida e satisfeita através da concepção, promoção, troca e distribuição física de bens e serviços”


Philip Kotler e Sidney Levy

1969

“O Conceito de Marketing deve abranger também as instituições não lucrativas”


David Luck

1969

“Marketing deve limitar-se às atividades que resultam em transações de mercado”


Philip Kotler e Gerald Zaltman

1969

“A criação, implementação e controle de programas calculados para influenciar a aceitabilidade das idéias sociais, envolvendo considerações de planejamento de produto, preço, comunicação, distribuição e pesquisa de marketing”


Robert Bartls

1974

“Se Marketing é para ser olhado como abrangendo as atividades econômicas e não econômicas, talvez o marketing como foi originalmente concebido reapareça em breve com outro nome”


Robert Haas

1978

“É o processo de descobrir e interpretar as necessidades e os desejos dos consumidores para as especificações de produto e serviço, criar a demanda para esses produtos e serviços e continuar a expandir essa demanda”


American Marketing Association

1985

“É o processo de planejar e executar a concepção, preço, promoção e distribuição de idéias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam objetivos individuais e da organização”


Philip Kotler e Gary Armstrong

1998

“Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício”


Philip Kotler

1999

“Marketing é a ciência e a arte de conquistar e manter clientes e desenvolver relacionamentos lucrativos com eles"


Philip Kotler

2000

“Marketing é o processo por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”


American Marketing Association

2004

“Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos para criar, comunicar e distribuir valor aos clientes e para administrar o relacionamento com clientes de forma que beneficie a organização e os seus Stakeholders”


American Marketing Association

2007

“Marketing é a atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, distribuir e efetuar a troca de ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo"

Referências

AMA – American Marketing Association - The American Marketing Association Releases New Definition for Marketing – Press Release - Chicago – 14 de Janeiro de 2008- disponível em http://www.marketingpower.com/AboutAMA/Documents/American%20Marketing%20Association%20Releases%20New%20Definition%20for%20Marketing.pdf acessado em 21 de Fevereiro de 2010.

DRUCKER, Peter F.; Administrando em Tempos de Grandes Mudanças. São Paulo : Editora Pioneira, 1999.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle.. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 1998.

KOTLER, Philip. Marketing para o Século XXI – Como criar, conquistar e dominar mercados – 3ª Edição – São Paulo – Editora Futura 1999

KOTLER, Philip. Administração de Marketing: a Edição do Novo Milênio – 10ª Edição - São Paulo – Ed. Prentice Hall – 2000

KOTLER, Philip; KELLER, Administração de Marketing: a Bíblia do Marketing– 12ª Edição - São Paulo – Ed. Prentice Hall – 2006

KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1998.

AS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de Serviços. 4ª edição. São Paulo: Atlas, 2006

MCKENNA, R. – Marketing de Relacionamento – 1ª Edição– Editora Campus – 1993

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Carlos Augusto

Professor

Carlos Augusto é professor dos cursos de Marketing e Administração, graduação e pós-graduação.

Foi premiado diversas vezes pelo uso de tecnologia como ferramenta de aprendizado em sala de aula.

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